sábado, 25 de abril de 2009

25 de Abril sempre?

Todos os anos por esta altura, houve-se dizer 25 de Abril sempre!. No entanto, ano após ano, os fazedores de calendários não obdecem à vontade ao povo.
Para quando um calendário onde todos os dias são dia 25 de Abril? Fica a pergunta.

Ps- Já que estão nisso, é favor deixar a data do Natal ao critério de cada um - uma espécie de faça você mesmo - já que 'o Natal é quando o Homem quiser'. E não é muito difícil: uma pessoa ia comprar um calendário e recebia um 'N' para poder assinalar no dia 25 de Abril que lhe desse mais jeito.

6 comentários:

Cláudia L. disse...

Para poder marcar o 25 de Abril qdo lhe desse mais jeito com um 'N'??? Seria 25 de Dezembro? É porque o 25 de Abril é com 'F'.

Eu acho que devíamos receber uma série de 'F's, um 'N', um 'E' e um 'P' e depois seria a mesma lógica. "Faça você mesmo". Compro a ideia.

quelhas autor povoense radicado em Zurique disse...

25 de Abril de 1974

Após 20 anos da morte
de Zeca Afonso: 1974/2007


Zeca Afonso,
Oh Zeca Afonso,
Foste sempre um “sonso”
No sentido da palavra,
Que lavra
A tua imagem,
Selvagem,
E de esperteza,
Da alegria,
E da tristeza,
Como homem,
E como cidadão,
Do peito,
E do coração,
Como professor,
E como mentor,
Como político,
E como analista,
Cívico,
E avalista,
Mas sempre um “sonso”
Camarada Zeca Afonso…
Se hoje fosses vivo,
Simplesmente em pessoa,
Cantarias “Grândola Vila Morena”
Cantarias numa boa,
Com tua voz serena,
Novamente o 25
D, Abril,
Nessa manhã Primaveril,
E seres sempre tu Zeca Afonso,
Um grande “sonso”
Porque para mim não morres-te,
Teu espírito será sempre infinito,
Vives dentro de mim,
E serás sempre o meu mito,
Para uma eternidade enfim,
Pois te digo,
“O que faz falta
É animar a malta”
E se o “fascista conspira na sombra”
Deixa o conspirar,
Nós estamos aqui,
É para o derrotar…
Em vida,
E em morte,
Que quem escreve fica na memória,
E nunca mais é apagado,
Mas sim lembrado,
Nem que ela seja paródia,
Fica em perseverança,
Em livros,
Ou até mesmo em disco,
A nossa festança,
Mesmo que “a morte saia à rua”,
Ficará sempre em lembrança …


Foi convidado para a noite de Poesia de Zeca Afonso, após 20 anos da sua morte na Hemeroteca de S. Torcato na noite do dia 20 de Abril, 21.00 H. Estiveram presentes algumas personalidades assim como a Poetisa de Arosa, o presidente de Sede de freguesia de Arosa, Júlio Ribeiro de S. Torcato, Jacinto Marques de Santo Tirso e o “Quelhas” de Póvoa de Lanhoso. Todos estes presentes e a plateia leram poemas e cantando musicas de Zeca Afonso principalmente “Grândola Vila Morena” acompanhadas por Órgão de Tiago Silva e acordeão de Jacinto Marques. O jornal convidado foi “O Grito Livre” de S. Torcato que testemunhou a festa promovida por a ADCL de S. Torcato “Noite de Poesia” no âmbito das Jornadas de Juventude e Teatro. EU, o autor “Quelhas” elaborei o dito poema e li e, foi lido também por o poeta Jacinto Marques intitulado: “Após 20 anos da morte de Zeca Afonso”, encantou os presentes. Foi notícia no jornal Grito Livre em S. Torcato e na Gazeta Lusófona na Suíça.

"Quelhas" autor povoense

Anónimo disse...

http://povoadelanhosoacounoseum.blogspot.com/

nuno brolock disse...

Por esta escapa por 2 motivos:

- somos livres para escrever o que queremos onde queremos;

- um autor Povoense radicado em Zurique tem o seu 'q'.

Mas de futuro cobrarei pela publicidade!

Cláudia L. disse...

Irra! Tens que cobrar à linha.

Dinis Lapa disse...

30 de setembro sempre!